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A saga de Njal

Autor: Carmen Seganfredo
Categoria: Literatura
ISBN: 978-85-7421-231-9
Formato: 392 páginas, com ilustrações de época, em formato 16x23cm

Uma das grandes obras em prosa do mundo e a mais notável e fascinante dentre todas as sagas islandesas, A Saga de Njal começou sendo contada, de boca em boca, nos lares nórdicos, nos vales e colinas, nas costas dos mares e fiordes, nas margens dos rios, e foi passando de geração para geração. Carmen Seganfredo reconta esta história revelando o dia a dia de um viking com riqueza de detalhes: seus pensamentos e seus ferozes costumes arbitrários, acompanhando passo a passo suas sangrentas batalhas e aferradas vinganças desde a primeira rixa de sangue até a derrocada final.

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Carmen Seganfredo nasceu em 1956. É bacharel em Letras e tradutora. Possui diversos livros publicados pela Artes e Ofícios Editora em parceria com A.S. Franchini: As Melhores Histórias da Mitologia Nórdica, O Anel dos Nibelungos, Em Mares Nunca Navegados, Beowulf, As Melhores Histórias da Mitologia Africana, Gilgamesh, As Melhores Histórias da Mitologia Hindu e Fúria Nórdica. Também escreveu As Melhores Histórias da Mitologia Japonesa e As Melhores Lendas Japonesas. Vive entre Porto Alegre e Vigevano, na Itália.

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Você não conhece um viking antes de ler esta saga

Pode-se criticar à vontade a vida dos vikings, só não se pode dizer jamais que um deles tenha morrido de tédio... Nunca! Estes intrépidos aventureiros embarcavam em seus drakkars cabeça de dragão e navegavam nos gelados e perigosos mares do norte praticando toda a espécie de pirataria sangrenta ao longo das costas. Pilhavam riquezas, saqueavam e cortavam mais cabeças na prática do que a Rainha de Copas na teoria.
Apesar de esses guerreiros serem os mais cruéis e os mais bárbaros de tantos quantos houve na história, por mais bizarro e contraditório que isso possa parecer, a maioria era também poeta, de modo que massacravam e recitavam poesias — antes, durante e depois de suas carnificinas. Tudo regado a Mjöd (hidromel), suor e sangue, além de muita testosterona — coisa que andava sempre em alta naqueles tempos viris. “Qualquer dia é bom para viver quando se luta bravamente, mas também é bom para morrer, quando se tomba bravamente”, era um popular refrão viking.

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